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domingo, 3 de outubro de 2010

Rumo às urnas eleitorais

135,8 milhões de brasileiros vão às urnas hoje , 03/10, pra escolher 1.654 representantes

Neste domingo (3), 135.804.433 brasileiros vão às urnas para escolher o novo presidente da Republica, 27 governadores, 54 senadores (dois por estado), 513 deputados federais e 1.059 deputados estaduais/distritais.  Ao todo, os eleitores vão escolher 1.654 representantes que exercerão os mandatos nos próximos quatro anos, à exceção dos senadores, cujo mandato é de oito anos.

Desse total de eleitores, 200.392 estão cadastrados para votar em 154 cidades no exterior. Eles podem votar apenas para presidente da República.

A votação ocorre das 8h às 17h, respeitado o horário local. Os estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima têm fuso de uma hora a menos em relação à Brasília.

Todos os eleitores vão votar por meio da urna eletrônica, o que já acontece desde 2000. Serão instaladas cerca de 420 mil urnas, uma em cada seção eleitoral. Outras 57 mil urnas servirão de reserva, para utilização em caso de necessidade de troca por defeito ou falha.

No Brasil, os eleitores vão votar em 418.748 seções, concentradas em 94.938 locais de votação, onde 2.181.622 pessoas trabalharão como mesários. Já no exterior funcionaram 621 seções em 242 locais de votação.

Para votar, o eleitor que apresentar apenas um documento oficial com foto e não levar o título não será impedido de votar, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal no último dia (30). São considerados como documentos oficiais a carteira de identidade, carteira de identidade funcional, carteira de trabalho ou de habilitação com foto, certificado de reservista e passaporte. As certidões de nascimento ou casamento não serão aceitas como prova de identidade.

sábado, 2 de outubro de 2010

TSE disponibiliza software para acomphamento das eleições 2010 em tempo real

O software Divulga2010 foi desenvolvido pela Justiça Eleitoral com o propósito de divulgar os resultados parciais e final das Eleições 2010 em tempo real. Esse sistema conta com a colaboração dos “Parceiros da Divulgação de Resultado” – empresas de comunicação, portais Web e órgãos do legislativo  - que replicam os dados gerados pela Justiça Eleitoral, auxiliando-nos em sua disseminação.
Baixe o Divulga2010, instale-o em seu computador, selecione um Parceiro da Divulgação e acompanhe a apuração a partir das 17h do domingo, dia 3/10/2010.



Fonte: TSE <http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/2010/divulga.html>

Brasil: Eleições 2010

Petista fica com 49% das intenções de voto contra 42% dos demais candidatos e cai de 57% para 54% nos votos válidos

A diferença da taxa de intenção de voto de Dilma Rousseff (PT) para a soma dos percentuais obtidos pelos demais candidatos caiu cinco pontos percentuais em uma semana. A primeira pesquisa Datafolha realizada após a demissão da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, mostra que a distância da petista para o total obtido pelos outros candidatos passou, nesse período, de 12 para 7 pontos percentuais.

O dado consiste em importante indicador sobre a probabilidade da ocorrência de segundo turno. Quanto menor a diferença entre o líder das intenções de voto e os outros candidatos, maior a probabilidade de segundo turno.

Comparando-se os resultados da pesquisa atual com os dados obtidos entre 13 e 15 de setembro, nota-se oscilação negativa de dois pontos percentuais no apoio a Dilma, que foi de 51% para 49% das menções. José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) oscilaram positivamente um e dois pontos, respectivamente. O tucano de 27% para 28% e a candidata do Partido Verde de 11% para 13%. Os outros candidatos, apesar de não alcançarem 1% individualmente, somados atingem a marca. Assim, o total das taxas obtidas pelos candidatos, com exceção da petista é de 42%.

Nos votos válidos, Dilma caiu três pontos em uma semana – de 57% para 54%. Mesmo assim, o índice ainda é suficiente para elegê-la presidente no primeiro turno, em 3 de outubro.

Segmentando-se os resultados, percebe-se que a petista caiu principalmente entre os que têm renda familiar mensal entre 5e 10 salários mínimos (10 pontos), entre os que têm nível superior de escolaridade (três pontos), entre os homens (três pontos), entre os que têm de 35 a 44 anos (quatro pontos), e entre os que moram no Norte e Centro-Oeste do país (três pontos). No distrito Federal, Dilma caiu sete pontos, na Bahia quatro e no Rio de Janeiro três.

Entre os mais escolarizados, Marina Silva cresceu quatro pontos e Serra três. Entre os que têm renda de 5 a 10 salários, a candidata do PV passou de 16% para 24% e o tucano de 28% para 34%. Entre os mais ricos, Marina oscilou um ponto e Serra quatro.

Nas regiões Norte e Centro –Oeste o tucano oscilou dois pontos percentuais e Marina três.

Marina também melhorou seu desempenho no Distrito Federal, no Rio de Janeiro, na capital fluminense e em Curitiba.

Na intenção de voto espontânea, sem a apresentação do cartão circular com os nomes dos candidatos, Dilma mantém 39%, Serra oscilou de 19% para 21% e Marina de 7% para 9%. A taxa de entrevistados que não sabe apontar candidatados caiu três pontos percentuais na última semana – de 28% para 24%.

52% tomaram conhecimento da queda de Erenice

47% acreditam em tráfico de influência; para 48%, ex-ministra sabia da atuação do filho

Aproximadamente metade dos brasileiros (52%) tomou conhecimento da demissão da ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Dentre estes, 13% julgam-se bem informados sobre o episódio. A constatação é mais freqüente entre os que têm renda superior a 10 salários mínimos (42%) e entre os mais escolarizados (30%). Não tomaram conhecimento especialmente os mais jovens (61%), os que têm menor renda (59%) e os que têm nível fundamental de escolaridade (59%).


Sobre os motivos da saída de Erenice, 47% afirmam acreditar que seu filho, Israel Guerra, realmente recebia comissão para favorecer empresas junto ao governo. Outros 40% não sabem responder à questão. Além disso, metade dos entrevistados (48%) acha que a ex-ministra sabia da atuação do filho. Em ambos os casos, as taxas mais expressivas dos que acreditam no tráfico de influência e no conhecimento de Erenice sobre o fato encontram-se entre os mais ricos e mais escolarizados.

À pergunta se o presidente Lula sabia do tráfico de influência dentro da Casa Civil, 27% respondem que sim contra 33% que afirmam o contrário e 40% que não sabem opinar. Quando a questão se refere ao conhecimento de Dilma Rousseff sobre o caso, 33% acham que a candidata sabia contra 27% que não acreditam na hipótese e 40% que não conseguem opinar.

Entre os que se julgam bem informados sobre a saída de Erenice Guerra do ministério, Dilma tem 47% das intenções de voto contra 30% de José Serra e 17% de Marina Silva.

Rejeição à petista oscila dois pontos em uma semana
Diferença de Dilma para Serra cai cinco pontos em simulação de segundo turno

Um em cada quatro eleitores brasileiros (24%) rejeita totalmente o nome de Dilma Roussef para a Presidência da República. Essa taxa é a mesma que a verificada em abril.

Comparando-se com pesquisa anterior, nota-se uma oscilação de dois pontos percentuais nesse índice no período de uma semana. A taxa dos que rejeitam José Serra permaneceu estável em 31% e a dos que reprovam Marina Silva oscilou negativamente dois pontos percentuais – de 18% para 17%.

Na hipótese de segundo turno contra José Serra, Dilma obtém 55% contra 38% do tucano. Há uma semana, essas taxas eram de 57% e 35%, respectivamente. A diferença entre os dois candidatos que antes era de 22 pontos, agora é de 17.

Grau de decisão do voto cai quatro pontos

Maioria desconhece números para votar na urna eletrônica


A taxa dos que se dizem totalmente decididos quanto ao voto para presidente da República caiu três pontos nos últimos 20 dias. Em 2 e 3 de setembro, o índice chegou a 81%. Agora, está em 78%.

Entre os eleitores de Dilma Rousseff, 84% se dizem totalmente decididos contra 73% dos de Serra e 70% de Marina.

Quanto à segunda opção de candidato, 29% apontam o tucano caso resolvessem mudar o voto. Outros 26% escolhem Dilma e 19% Marina. Há 20 dias, essas taxas correspondiam a 31%, 21% e 18%, respectivamente.

Sobre o conhecimento do número dos candidatos para a Presidência da República, 46% dos eleitores brasileiros acertam os algarismos que deverão digitar na urna eletrônica no dia 3 de outubro. A maioria, porém (54%) erra ao arriscar um palpite ou simplesmente admite desconhecê-los.

Comparando-se com a pesquisa anterior, nota-se um crescimento de sete pontos percentuais na taxa dos que acertam o número de seu candidato. Entre os eleitores de Dilma, o índice dos que sabem o número da petista subiu sete pontos em uma semana e chega a 58%. Entre os de Serra, 37% acertam e entre os de Marina, 26%. Na semana passada, essas taxas eram 30% e 16%, respectivamente.

Segundo 75% dos brasileiros, Dilma Rousseff deve vencer a próxima eleição para presidente da República. Para 13%, José Serra é que será eleito e 1% aposta em Marina Silva. Não sabem opinar 11%. Em comparação com levantamento feito há sete dias, nota-se crescimento e três pontos percentuais na expectativa de vitória petista (era 72% na ocasião).

Quanto ao horário eleitoral gratuito da TV, percebe-se manutenção das taxas de audiência. Já assistiram ao programa 53% dos eleitores (oscilação positiva de dois pontos percentual em uma semana), sendo que 49% viram o de Dilma, 47% o de Serra e 38% o de Marina.

Sobre quem está se saindo melhor nas propagandas, Dilma é a mais citada com 52%, seguida por Serra com 26% e Marina Silva com 12%. No levantamento anterior, essas taxas eram 54%, 25% e 11%, respectvamente.