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sábado, 2 de outubro de 2010

DF: Eleições 2010

Na véspera da eleição, Agnelo tem 55% dos votos válidos


66% dos eleitores de Agnelo conhecem seu número


Pesquisa de intenção de voto para governador do Distrito Federal, realizada na sexta-feira e no sábado, 01 e 02 de outubro, junto a 1677 eleitores, revela que se a eleição fosse hoje Agnelo (PT) estaria eleito com 55% dos votos válidos. Roriz (PSC), com 28% dos votos válidos aparece em segundo lugar. Vem a seguir, Toninho do PSOL com 13%, Eduardo Brandão com 3%. Newton Lins (PSL), Frank (PCB), Ricardo Machado (PCO) e Rodrigo Dantas (PSTU) não atingem 1%, cada, dos votos válidos. A margem de erro máxima para essa pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Considerando o total de votos, Agnelo oscilou três pontos percentuais, de 43% para 46% das intenções de voto em relação à pesquisa realizada nos dias 28 e 29 de setembro. Roriz caiu de 29% para 24%. Toninho do PSOL passou de 7% para 11%, Eduardo Brandão manteve 2%. Rodrigo Dantas, Newton Lins, Frank e Ricardo Machado não atingiram 1% cada. A taxa dos que afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto somam 6%, e a taxa dos indecisos se manteve inalterada 10%.

No cenário contendo o nome de Weslian Roriz, Agnelo mantém 55% dos votos válidos, a candidata atinge 25% e Toninho do PSOL chega a 16% dos votos válidos.

Quanto ao conhecimento do número do candidato que será digitado na urna eletrônica, a pesquisa mostra que 63% dos eleitores brasilienses citam corretamente o número do seu candidato, 2% dão respostas incorretas e 30% não sabem o número do candidato.

Dos eleitores de Agnelo, 66% respondem corretamente e 77% dos eleitores de Roriz mencionam seu número corretamente.





Intenção de voto para Senador no Distrito Federal

Cristovam Buarque (PDT) e Rollemberg (PSB) lideram disputa para o senado
30% estão indecisos para uma das vagas para o senado e 17% para as duas vagas


Cristovam Buarque e Rollemberg deverão ocupar as duas vagas para o Senado do Distrito Federal, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha. O candidato Cristovam Buarque (PDT) aparece em primeiro lugar, com 36% dos votos válidos e Rollemberg (PSB), em segundo, com 28% dos votos válidos. O levantamento foi realizado nos dias 1 e 2 de outubro com 1677 eleitores do Distrito Federal. A margem de erro máxima para essa pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Na sequência parecem: Alberto Fraga (DEM) com 18%, Abadia (PSDB) com 14%, Chico Sant’anna (PSOL), Cadu Valadares (PV), Moacir Bueno (PV), Pastor Milton Tadashi (PTN), Rosana Chaib (PCB) e Jorge Antunes (PSOL) com 1%, cada. Gerônimo (PSL), Gilson Dobbin (PCO) e Robson (PSTU) não tingiram 1%, cada, dos votos válidos.

Considerando o total dos votos Cristovam Buarque tem 50%, Rollemberg 39%, ambos oscilaram positivamente em relação ao levantamento anterior, quando tinham 48% e 38%, respectivamente. Alberto Fraga aparece com 25%, Abadia 19%, Pastor Milton Tadashi, Chico Sant’anna, Rosana Chaib, Jorge Antunes, Moacir Bueno, Cadu Valadares com 1%, cada. Gerônimo, Robson e Gilson Dobbin não atingiram 1% de menções, cada. Os votos em branco ou nulo para uma das vagas somam 8%, para as duas 5%. Estão indecisos para uma das vagas 30% e para as duas vagas 17%.

Quando questionados sobre o número que irão digitar na urna eletrônica para escolherem um candidato ao senado, 40% dos eleitores citam corretamente o número de seu candidato, 7% respondem incorretamente e 47% não sabem dizer o número.

Entre os eleitores do Cristovam Buarque 46% citam corretamente o número do candidato, 8% erram e 46% não sabem o número. Dos que intencionam votar em Rollemberg, 42% respondem corretamente, 6% respondem incorretamente e 52% não sabem dizer o número do candidato. 



Fonte: DATAFOLHA

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Brasil: Eleições 2010.

Brasil: Eleições 2010.





ELEITOR - NO DIA 03 DE OUTUBRO, 


VOTE CONSCIENTE!


O FUTURO DO BRASIL ESTÁ EM SUAS MÃOS.

Em debate morno, na TV Globo, presidenciáveis evitam confronto direto

Em seu último debate no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, os quatro primeiros colocados na corrida eleitoral protagonizaram um confronto morno, encerrado na madrugada de hoje, na Rede Globo de Televisão. Aborto, caso Erenice e quebra de sigilo fiscal foram temas evitados pelos presidenciáveis.
Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) evitaram perguntas diretas um ao outro a petista, curiosamente, pouco citou nominalmente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atitude seguida também pelos demais concorrentes. Marina Silva (PV), diferentemente do embate na Rede Record, foi menos incisiva. Plínio de Arruda Sampaio tentou repetir suas tiradas irônicas e cobranças aos adversários. E defendeu a suspensão do pagamento da dívida externa.
Dilma manteve a postura de em quase todas as suas intervenções elogiar o governo federal. Logo no primeiro bloco, questionada por Marina sobre a informalidade dos trabalhadores, disse que uma das grandes conquistas do governo do presidente Lula foi a formalização. 'Até 2005, o que a gente tinha era esse processo de informalização. Batemos todos os recordes formalização, criamos 14 milhões de empregos, chegaremos a 15 milhões até o fim do ano.'
Ao perguntar sobre funcionalismo público, Dilma foi acusada por Plínio, que disse que sua política para o setor seria 'completamente diferente da de seu governo'. 'Sem terceirização, sem privatização. Você era ministra e não vi você reclamar contra isso.' Dilma respondeu: ' O governo do presidente Lula não privatizou, pelo contrário, reforçou a Petrobrás. A mesma coisa na Eletrobrás, em todas as estatais do Brasil. Agora, acredito em funcionalismo de carreira. Acabamos com a precarização, fizemos vários concursos públicos, demos reajustes.'
Questionada por Serra sobre reforma previdenciária, Marina defendeu a adoção do regime de capitalização. 'De fato, temos grande problema na Previdência e temos de enfrentar enquanto a população ainda é jovem. Que a gente possa sair do regime deficitário que temos para um regime de capitalização, que as pessoas que vão entrar (no mercado de trabalho) possam entrar num regime de capitalização, os que estão aposentados tenham um sistema de recuperação do poder aquisitivo.' Sem dar detalhes, ela prometeu criar um 'mecanismo de recuperação' das aposentadorias e pensões que não comprometa as contas públicas. Na réplica, Serra aproveitou para defender suas propostas para o setor: reajuste de 10% para aposentados e pensionistas e aumentar o salário mínimo para R$ 600.
Ao perguntar a Marina sua opinião sobre transportes, Dilma ouviu a candidata verde dizer que o governo atual não tem para o setor um plano abrangente, apenas um programa de gestão, o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), que prometeu continuar. Ao comentar a resposta da adversária, Dilma foi um pouco irônica. 'Me desculpe, Marina, mas tem um plano nacional de logística que foi elaborado e é por causa dele que sabemos que é preciso integrar ferrovias, hidrovias e ferrovias.' A petista então aproveitou para fazer propaganda de obras do governo, como a Ferrovia Norte-Sul e a Ferrovia Transnordestina.
Um momento de tensão aconteceu quando Marina questionou Serra por causa de críticas feitas no passado pelo PSDB e pelo DEM aos programas sociais do governo federal, como o Bolsa-Família. Ela perguntou ao tucano se fazia autocrítica dessa postura. 'Marina, não use sua régua para medir os outros', disse Serra, irrigado. 'Se fosse usar, eu diria que você e a Dilma têm muitas coisas parecidas. Como a Dilma, você foi ministra do governo, inclusive no mensalão.'